A Noite dos Tambores Silenciosos é um poema de autoria do poeta integralista Jayme de Castro. Foi criado em ocasião do I Congresso Meridional Integralista, em 1935, para a cerimônia de mesmo nome. O poema evoca o momento exato do evento, detalhando cada passo deste ritual e finaliza evocando ao leitor a sensação de vitória do Integralismo, entre "tíbios, perversos e descrentes", que se levantariam junto aos "braços-verdes" (camisas-verdes). O poema foi adotado oficialmente pela Ação Integralista Brasileira (AIB) nos seus Protocolos e Rituais e foi utilizado por esta até fins de 1937, quando o Estado Novo proibiu qualquer manifestação político-partidária no Brasil. Tornou a ser novamente utilizado a partir de 1957, em ocasião ao Jubilo de Prata do Integralismo sob a bandeira do Partido de Representação Popular (PRP) e dos estudantes membros do Movimento Águia Branca (CCCJ). No século XXI, foi adotado por integralistas do Ceará, membros da Frente Integralista Brasileira em ocasião solene.

Poema

Referências

Ver também Poesia do Brasil Jayme de Castro Integralismo brasileiro