Um aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de uma escola pública em Alagoinhas, no interior da Bahia, teria sido levado para casa após a aula dentro de uma grande sacola de plástico. O menino também estaria com a fralda cheia de fezes.O caso foi relatado em 24 de setembro, quando a instituição de ensino teria ligado para a família e informado que o estudante seria enviado para casa daquela maneira porque não havia fralda e roupa disponíveis para fazer a troca. A Prefeitura de Alagoinhas divulgou nota informando que adotou as providências administrativas cabíveis e que uma sindicância foi aberta para apurar o caso. “A Prefeitura de Alagoinhas, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Seduc), informa que adotou as providências administrativas cabíveis diante da ocorrência envolvendo uma criança matriculada na Escola Municipal de Educação Integral do Campo. A Secretaria realizou a escuta da família e dos profissionais envolvidos para averiguar as circunstâncias do caso e reunir as informações necessárias à apuração.Diante da natureza da ocorrência, os relatos e documentos coletados foram encaminhados ao setor jurídico da Prefeitura de Alagoinhas para instauração de sindicância, para apurar os fatos e verificar eventual responsabilidade funcional. A Prefeitura de Alagoinhas reitera seu compromisso com a segurança, a proteção e o bem-estar dos estudantes da rede municipal. Diante do ocorrido, o Governo Municipal informa que acompanha o caso de perto e adotará todas as providências cabíveis até a sua devida conclusão”. Leia também Mirelle PinheiroAgressões e ameaças: professora é condenada por torturar crianças em escola Mirelle PinheiroCriança é forçada a comer fezes de cachorro em caso de bullying no RJ Na MiraAluno de 12 anos é espancado após ser xingado de “neguinho” em escola do DF Mirelle Pinheiro“Me ajuda”: adolescente denuncia abuso em carta na escola e pais são presos A mãe da criança denunciou o caso à Polícia Civil, e a 1ª Delegacia Territorial (DT/Alagoinhas) investiga denúncia de constrangimento contra criança em ambiente escolar do município.A reportagem tenta contato com a prefeitura, a Secretaria de Educação, a PCBA e com familiares do aluno. O espaço segue aberto a manifestações.








