A Colômbia é um dos países com as políticas mais liberais do hemisfério ocidental: permite-se que os homossexuais se casem, adotem e ingressem às forças armadas abertamente. Além disso, a lei não estabelece nenhuma distinção a respeito das relações entre pessoas do mesmo sexo, e a idade de consentimento é a mesma que para os casais heterossexuais, isto é, catorze anos. Em novembro de 2015 a Corte Constitucional da Colômbia aprovou a adoção de menores por casais do mesmo sexo e em abril de 2016 aprovou também o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. O canal público de televisão Señal Colombia apresentou em junho de 2021 Les Otres y Dopamina, dois documentários que tratam a história da comunidade LGBTI no país. Isto faz da Colômbia um dos poucos países da América Latina que financia conteúdo LGBTI com fundos do estado para transmitir em seu sistema de meios públicos. Os documentários foram financiados com fundos contribuídos pelo Ministério de Tecnologias da Informação e Comunicações da Colômbia. Embora o país tenha leis antidiscriminação, os preconceitos e a discriminação para as pessoas LGBTI continuam estando presentes numa parte considerável da sociedade colombiana. As pessoas transexuais são as mais vulneráveis, uma vez que são as que mais enfrentam preconceitos, violência e discriminação por parte da população, sendo a Colômbia um dos países que reporta mais crimes de ódio contra pessoas transexuais na América hispânica, junto do México e Honduras.
Referências

