A filmografia do cineasta, roteirista e produtor norte-americano Stanley Kubrick (1928–1999) se iniciou em 1951, quando dirigiu o curta-metragem Day of the Fight, mas só dirigiu um longa-metragem no ano seguinte, em 1952, Fear and Desire, na época, Kubrick era fotógrafo da revista americana Look, a ajuda monetária de seu tio Martin Perveler, tio do diretor e proprietário de uma lucrativa farmácia. Seu trabalho como diretor abrangeu diversos gêneros, como terror, drama, ficção científica, comédia, história, guerra, épico e entre outros. Kubrick dirigiu treze filmes e três curtas-metragens ao longo de sua carreira, que durou 47 anos. Diversas indicações e ao Óscar e outros prêmios importantes na indústria surgiram ao longo desta trajetória, além de diversas polêmicas. Seu trabalho na área do cinema se iniciou na década de 1950, especificamente em 1951, quando dirigiu o curta-metragem documental Day of the Fight, seguido por Flying Padre ainda naquele ano e em 1953 dirigiu seu último curta-metragem, The Seaferers. Seu primeiro longa-metragem foi o drama e guerra Fear and Desire, lançado em 1952, seguido pelo noir Killer's Kiss (1955), o suspense The Killing (1956) e o drama Paths of Glory (1957). Durante a década de 1960, Kubrick dirigiu o épico histórico Spartacus (1960), o romance Lolita (1962), a comédia Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb (1964) e o épico de ficção científica 2001: A Space Odyssey (1968). Na década de 1970, Kubrick dirigiu e roteirizou o polêmico de ficção científica e distopia A Clockwork Orange (1971) e o drama Barry Lyndon (1975). Nos anos de 1980, Kubrick dirigiu o filme de terror The Shining (1980) e o filme de guerra Full Metal Jacket (1987). Nos anos de 1990, Kubrick dirigiu o suspense erótico Eyes Wide Shut (1999), sendo o seu último filme. Ao longo de sua carreira, Kubrick abandonou diversos projetos, principalmente durante a década de 1990, como um filme sobre o Holocausto intitulado The Aryan Papers, um filme biográfico sobre a vida de Napoleão Bonaparte, intitulado Napoleon, o filme A.I. - Inteligência Artificial (2001) foi originalmente escrito por Kubrick, que era baseado no romance de 1969 Supertoys Last All Summer Long, de Brian Aldiss. O diretor faleceu em 7 de março de 1999, dois meses antes da estreia de Eyes Wide Shut. Alguns dos filmes de Stanley Kubrick foram um marco importante na história do cinema, servindo de inspiração para vários diretores e roteiristas que surgiram posteriormente. Como 2001: Uma Odisseia no Espaço, O Iluminado e Laranja Mecânica, considerados os três melhores filmes do diretor por causa da cinematografia, trilha sonora e roteiro. Na época, alguns de seus filmes como O Iluminado foram extremamente criticados pela mídia e pelos críticos, com o Framboesa de Ouro indicando um prêmio de pior atriz a Shelley Duvall pela sua atuação no filme, anos mais tarde, os responsáveis pelo prêmio disseram publicamente que se arrependeram de indicar a atriz para este prêmio, que perdeu para Brooke Shields. Embora Kubrick tenha recebido diversas críticas ao longo de sua carreira, muitos prêmios também lhe foram cedidos, como vários prêmios e indicações ao Óscar, Globos de Ouro e entre outros.
Filmes
Fear and Desire (1952)
Durante uma guerra indeterminada, um grupo de quatro soldados sofre um acidente de avião e cai por trás das linhas inimigas. Enquanto planejam construir uma jangada e voltar para suas forças descendo um rio, os soldados capturam uma jovem camponesa que os vira e também descobrem uma base militar com a presença de um general. Eles hesitam no que fazer com a moça e se devem arriscar e atacar e tentar matar o general, ou fugir pelo rio. Antes de filmar Fear and Desire, Kubrick era fotógrafo da revista Look e havia dirigido dois documentários de curta-metragens em 1951, Day of the Fight e Flying Padre. Ambas as produções foram adquiridas para distribuição pela RKO Radio Pictures. Baseado nessas experiências, Kubrick se sentia pronto para produzir um longa-metragem. Kubrick deixou seu emprego na Look para se dedicar a Fear and Desire.
Killer's Kiss (1955)
Narrado pelo protagonista, o filme conta a história do boxeador fracassado Davey Gordon que se apaixona pela sua vizinha, uma dançarina de salão. A moça (Glória) namora seu patrão e criminoso, Vincent Rapallo, mas deixa este para ficar com o boxeador. Quando o casal está prestes a se mudar, Rapallo, enciumado, manda seus capangas ao apartamento do boxeador para matá-lo, mas acabam eliminando por engano o empresário de Gordon. Como Glória viu tudo, os capangas a sequestram e a levam para um local escondido, enquanto aguardam seu patrão. Gordon descobre a trama e segue Rapallo até o local, disposto a libertar a moça. Kubrick retirou seu primeiro filme, Medo e Desejo, de circulação devido à sua insatisfação com ele. Kubrick dirigiu esse filme entre os 23 e 24 anos e teve que pedir emprestado US$ 40.000 (equivalente a US$ 485.000 em 2025) de seu tio Martin Perveler, dono de uma rede de farmácias em Los Angeles. Killer's Kiss, originalmente intitulado Kiss Me, Kill Me, também foi financiado de forma privada por meio de familiares e amigos, mas como Medo e Desejo não recuperou seu orçamento de produção, Perveler não investiu desta vez. A maior parte do orçamento inicial foi coberta por Morris Bousel, um farmacêutico do Bronx que foi recompensado com o crédito de co-produtor.
The Killing (1956)
Quando o ex-presidiário Johnny Clay (Sterling Hayden) diz que tem um grande plano, todos querem participar. Especialmente quando o plano é roubar 2 milhões de dólares em um esquema "ninguém vai se machucar". Mas, apesar do planejamento cuidadoso, Clay e seus homens se esquecerem de uma coisa: Sherry Peatty, uma garota ambiciosa e traiçoeira que está planejando um grande golpe só seu... mesmo que para isso ela precise acabar com toda a gangue de Clay!. Sem um lançamento adequado nos Estados Unidos, The Killing teve um péssimo desempenho nas bilheterias. Apesar de uma promoção de última hora como segundo filme de Bandido!, não conseguiu gerar lucro. Mas foi aclamado pela crítica e apareceu em várias listas dos dez melhores filmes de 1956. A revista norte-americana Time previu erroneamente que "faria um sucesso estrondoso nas bilheterias" — afirmando que Kubrick "mostrou mais audácia com diálogos e câmera do que Hollywood viu desde que o obstreperoso Orson Welles saiu da cidade em uma pesquisa com exibidores" — enquanto o filme registrou um prejuízo de US$ 130.000.
Paths of Glory (1957)
Durante a Primeira Grande Guerra, o general francês Paul Mireau (George Macready) ordena um ataque suicida contra os alemães e que resulta em tragédia. Para abafar sua participação no incidente, o general que ordenou o ataque atribui o fracasso a três soldados, que são julgados e condenados à morte. O Coronel Dax (Kirk Douglas) vai defendê-los no julgamento. O filme não foi um sucesso de bilheteria nem um fracasso após sua estreia em dezembro de 1957. Foi geralmente bem recebido, mas Kubrick recebeu críticas consideráveis, particularmente da França. O governo francês considerou uma afronta que o exército francês estivesse sendo ridicularizado. Apesar disso, o filme não foi proibido na França. O governo francês, no entanto, tentou persuadir a distribuidora europeia, United Artists, a não lançá-lo na França. O filme só foi exibido na França em 1975. O governo alemão também reteve a exibição do filme por dois anos para evitar danos às relações com a França. Franco proibiu o filme na Espanha devido à sua natureza antimilitarista. Somente em 1986, 11 anos após a morte de Franco, o filme foi exibido pela primeira vez na Espanha.
Spartacus (1960)
O filme conta a história do famoso Spartacus (Kirk Douglas), um escravo gladiador que liderou uma grande revolta de escravos contra os romanos. Os escravos queriam escapar da Itália e retornar à sua terra natal, ou simplesmente se libertar da escravidão e conquistar a liberdade.
Lolita (1962)
Professor britânico de meia-idade (James Mason) muda-se para os Estados Unidos e aluga um cômodo na casa de uma viúva carente, por cuja filha Dolores (Sue Lyon), de 14 anos, ele fica obcecado. Para ficar sempre próximo da menina, ele se casa com a viúva, que acaba morrendo. Ele vê, então, um caminho livre para seduzir a jovem, mas outros eventos interferem nos seus planos. Com o consentimento de Nabokov, Kubrick alterou a ordem dos acontecimentos, movendo o final do romance para o início do filme, um dispositivo literário conhecido como in medias res. Kubrick concluiu que, embora isso sacrificasse um ótimo final, ajudaria a manter o interesse, pois ele acreditava que o interesse pelo romance diminuía depois que Humbert "seduzia" Lolita, na metade da história.
Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb (1964)
O General Ripper (Sterling Hayden) fica maluco e arma um plano para iniciar a Guerra Nuclear. Então as autoridades máximas dos Estados Unidos e da União Soviética tentam parar um avião-bombardeiro cuja tripulação recebera ordens de lançar uma bomba nuclear na Rússia. O filme foi escolhido para ser preservado pelo Registro Nacional de Filmes dos Estados Unidos. Em 2000, os leitores da revista Total Film votaram nele como a 24a maior comédia de todos os tempos. É um dos poucos filmes a receber a classificação de 100% "Fresh" no site Rotten Tomatoes, e é considerado o 15o melhor filme de todos os tempos pelo site TopTenReviews Movies.
2001: A Space Odyssey (1968)
Desde a pré-história, um misterioso monolito negro parece emitir sinais de outra civilização interferindo no planeta Terra. Quatro milhões de anos depois, no século XXI, uma equipe de astronautas liderados pelos experientes David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) é enviada a Júpiter para investigar o enigmático monolito na nave Discovery, totalmente controlada pelo computador HAL 9000 (Douglas Rain). Entretanto, no meio da viagem, HAL entra em pane e tenta assumir o controle da nave, decidindo assim eliminar os tripulantes. Recebeu críticas positivas e negativas quando foi lançado. Agora, 2001: Uma Odisseia no Espaço é reconhecido pela crítica como um dos maiores filmes já feitos; uma pesquisa de críticos em 2002 o colocou entre os dez melhores filmes de todos os tempos. Foi indicado a quatro Oscars e recebeu um prêmio por efeitos visuais. Em 1991, foi considerado "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo" (ou seja, importante para a cultura, a história e a estética) pela Biblioteca do Congresso e foi escolhido para ser mantido em seu Registro Nacional de Filmes.
A Clockwork Orange (1971)
No futuro, o violento Alex DeLarge (Malcolm McDowell), líder de uma gangue de delinquentes que matam, roubam e estupram, cai nas mãos da polícia. Preso, ele recebe a opção de participar em um programa que pode reduzir o seu tempo na cadeia. Alex vira cobaia de experimentos destinados a refrear os impulsos destrutivos do ser humano, mas acaba se tornando impotente para lidar com a violência que o cerca, o chamado Tratamento Ludovico. As principais questões morais do filme (como em muitos dos romances de Anthony Burgess) são a definição de "bondade" e se é sensato usar terapia de aversão para impedir comportamentos imorais. Após a terapia de aversão, Alex se comporta como um bom membro da sociedade, mas não por escolha própria. A psicologia do protagonista também tem sido objeto de debate; o autor Paul Duncan disse sobre Alex: "Alex é o narrador, então vemos tudo do seu ponto de vista, incluindo suas imagens mentais. A implicação é que todas as imagens, reais e imaginárias, fazem parte das fantasias de Alex."
Barry Lyndon (1975)
Barry Lyndon (Ryan O'Neal) não se contenta com suas origens humildes e sua educação. Determinado a buscar felicidade, poder e dinheiro, ele parte para o mundo. Através da sorte, da ambição e de aventuras românticas, Barry consegue se tornar um homem de destaque na Europa devastada pela guerra do século XVIII. Mas, nesse processo, ele também se torna frio e calculista, e o preço do sucesso se mostra alto.
The Shining (1980)
Jack Torrance (Jack Nicholson), um escritor e um alcoólatra em recuperação, aceita um emprego como zelador fora de época de um hotel isolado chamado Hotel Overlook. Seu filho Jack Torrance (Jack Lloyd) possui habilidades psíquicas e é capaz de ver coisas do passado e do futuro, como os fantasmas que habitam o hotel. Logo depois de se instalarem, a família fica presa no hotel por uma tempestade de neve e Jack torna-se gradualmente influenciado por uma presença sobrenatural; ele desaba na loucura e tenta assassinar sua esposa e filho. O filme foi baseado no romance de mesmo nome escrito em 1977 por Stephen King. A produção ocorreu quase que exclusivamente nos estúdios da EMI Elstree, com cenários baseados em locais reais. Kubrick costumava trabalhar com uma equipe pequena, o que lhe permitia fazer muitas tomadas, às vezes para o esgotamento dos atores e da equipe. A então nova montagem Steadicam foi usada para filmar várias cenas, dando ao filme uma aparência inovadora e envolvente. Houve muita especulação sobre os significados e ações do filme por causa de inconsistências, ambiguidades, simbolismo e diferenças em relação ao livro.
Full Metal Jacket (1987)
O filme acompanha soldados convocados para lutar na Guerra do Vietnã. A história se passa no final da década de 1960 e acompanha os personagens desde o treinamento de recrutas até o combate na guerra.
Eyes Wide Shut (1999)
O filme conta a história de um casal da alta sociedade, Bill Harford (Tom Cruise) e Alice Harford (Nicole Kidman). Após uma festa onde ambos flertaram bastante com outras pessoas, eles discutem e Alice admite que está pensando em ter um caso. Isso leva Bill a sair correndo pela noite, onde vivencia diversas experiências bizarras e acaba participando de uma enorme orgia. As filmagens começaram em novembro de 1996. Como Kubrick morava na Inglaterra desde a década de 1970 e possuía medo de avião, a produção foi totalmente filmada no Reino Unido, com uma reconstrução de Nova York sendo criada nos Estúdios Pinewood em Londres. Após terminar as filmagens, Kubrick entrou em um longo processo de pós-produção, e em 2 de Março de 1999 mostrou seu corte final do filme para os executivos da Warner. Cinco dias depois o cineasta morreu enquanto dormia.
Documentários e curtas-metragens
Day of the Fight (1951)
O filme retrata o boxeador irlandês-americano Walter Cartier, da categoria peso-médio, no auge de sua carreira, em 17 de abril de 1950, dia de sua luta contra o também peso-médio Bobby James. O filme começa com uma breve seção sobre a história do boxe e, em seguida, acompanha Cartier ao longo de seu dia enquanto ele se prepara para a luta das 22h. Cartier toma café da manhã em seu apartamento na West 12th Street, em Greenwich Village, vai à missa matinal e almoça em seu restaurante favorito. Às 16h, ele inicia os preparativos para a luta. Às 20h, ele está esperando em seu camarim no Laurel Gardens, em Newark, Nova Jersey, para o início da luta. Em seguida, vemos a luta em si, que Cartier vence em uma luta curta. Como o comprador original do documentário faliu, Kubrick conseguiu vender Day of the Fight para a RKO Pictures por US$ 4.000, resultando em um lucro líquido de apenas US$ 100 para ele após pagar os US$ 3.900 em custos de produção do filme. No entanto, o físico e escritor Jeremy Bernstein, que em novembro de 1965 conduziu uma entrevista de 76 minutos com Kubrick para a The New Yorker, documentou que o projeto na verdade não foi um empreendimento que se pagou, mas sim que teve um prejuízo de US$ 100.
Flying Padre (1951)
Para muitas pessoas o avião Espírito de São José tem um significado especial. Ele leva o Reverendo Fred Stadtmuller para lugares, antes inatingíveis, aonde se encontram seus fiéis. Durante dois dias, acompanhamos a rotina de Fred, em sua viagem para Gallegos, onde acompanhará o funeral de um trabalhador. Depois de Kubrick ter vendido seu primeiro curta-metragem, o autofinanciado Day of the Fight, para a RKO em 1951 por US$ 4.000 (embolsando um lucro de US$ 100), a empresa adiantou dinheiro ao cineasta de 23 anos para fazer um projeto subsequente, um curta-documentário para sua série Pathe Screenliner, especializada em curtas-documentários de interesse humano. Ele originalmente queria chamar o filme de Sky Pilot, mas o estúdio não gostou do título.
The Seafarers (1953)
O filme retrata cenas de navios, maquinários, reuniões sindicais e a vida comunitária dos trabalhadores, sendo supervisionado pela equipe da revista The Seafarers Log. The Seafarers foi o último curta-metragem e o último documentário que Stanley Kubrick dirigiu.
Filmes cancelados
Napoleon
Napoleon era um filme não produzido sobre a vida de Napoleão Bonaparte, primeiro imperador da França, era para ser dirigido, roteirizado e produzido por Kubrick. Stanley havia estudado muito sobre Napoleão, lendo quase 500 livros sobre o mesmo. Produzindo uma biblioteca extensa de material para o filme, que nunca foi realizado por ser ambicioso demais de acordo com os executivos da Metro-Goldwyn-Mayer.
The Aryan Papers The Aryan Papers estava sendo desenvolvido entre o final da década de 1980 e o início da década de 1990, era para ser um filme sobre os judeus sobrevivendo ao Holocausto, Kubrick se identificava como eles pois vinha de sangue judeu e seguia a tradição judaica. No filme, Kubrick trataria sobre a violência desumana praticada pelos nazistas durante aquele período. Este filme seria rodado no início da década de 1990. Enquanto Kubrick preparava Aryan Papers, seu amigo Steven Spielberg conseguiu preparar, filmar, editar e lançar A Lista de Schindler. O ano de 1993 de Spielberg pode ser considerado o melhor da carreira de qualquer diretor, se lembrarmos que também foi o ano em que ele fez Jurassic Park. Kubrick tinha A Lista de Schindler em alta conta e decidiu seguir em frente com outros projetos. Sua viúva, a pintora Christiane Kubrick, revelou mais tarde que um dos principais motivos para o abandono do projeto foi uma terrível depressão que ele desenvolveu durante a pesquisa. Ela contou que certa noite o encontrou em sua biblioteca, olhando para um livro sobre o Holocausto e chorando copiosamente. O assunto o perturbou profundamente e ele concluiu que não conseguiria recriá-lo.
A.I. Artificial Intelligence
Recepção
Ver também Teorias conspiratórias sobre as alunissagens do Programa Apollo – Uma das teorias apresentadas no artigo é sobre a conspiração de que a NASA contratou Stanley Kubrick para que o mesmo falsificasse filmagens dos tripulantes da missão Apollo 11 na Lua para que pudessem vencer da União Soviética na corrida espacial, e em troca, a NASA lhe cederia equipamentos para seus filmes posteriores.
Referências
Bibliografia Baxter, John (1997). Stanley Kubrick: A Biography. [S.l.]: HarperCollins. ISBN 9780006384458 Duncan, Paul (2003). Stanley Kubrick: The Complete Films. [S.l.]: Taschen GmbH. ISBN 9783836527750 Hughes, David (2000). The Complete Kubrick. [S.l.]: Virgin Publishing. ISBN 0753504529 Kagan, Norman (2000). The Cinema of Stanley Kubrick. [S.l.]: Continuum International Publishing Group. ISBN 0826412432 Naremore, James (2007). On Kubrick. [S.l.]: British Film Institute. ISBN 9781844571420 Sperb, Jason (2006). The Kubrick Facade: Faces and Voices in the Films of Stanley Kubrick. [S.l.]: The Scarecrow Press, Inc. ISBN 081085855X
Ligações externas Filmografia de Stanley Kubrick no AdoroCinema Filmografia de Stanley Kubrick no IMDb Filmografia de Stanley Kubrick no AllMovie Filmografia de Stanley Kubrick no American Film Institute Filmografia de Stanley Kubrick no British Film Institute